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Estado

Rio Grande do Sul — Brasão de Armas e Bandeira do Estado


O Rio Grande do Sul é o único estado brasileiro cuja bandeira se identifica de imediato só pela geometria: um tricolor diagonal de verde, vermelho e amarelo, sem nenhuma faixa horizontal à vista. Tanto a bandeira quanto o escudo oval que ocupa seu centro remontam à República Rio-Grandense (também chamada República de Piratini), o estado separatista proclamado pelos farrapos em 1836, durante a Guerra dos Farrapos (1835–1845) contra o Império do Brasil. Suprimidos, revividos, banidos novamente e finalmente fixados por lei estadual em 1966, esses emblemas ainda carregam um barrete frígio republicano, um lema revolucionário e a data exata em que a guerra começou.

Rio Grande do Sul

Flag

Flag Rio Grande do Sul

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Coat of Arms

Coat of Arms Rio Grande do Sul

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Em Síntese

EstadoRio Grande do Sul — território conhecido informalmente como “gaúcho”
CapitalPorto Alegre
Histórico administrativoComandância Militar do Rio Grande de São Pedro (1737–1760) → Capitania do Rio Grande de São Pedro (1760–1807) → Capitania de São Pedro do Rio Grande do Sul (1807–1821) → Província de São Pedro do Rio Grande do Sul (1821–1889) → estado do Rio Grande do Sul, com a Proclamação da República, 15 de novembro de 1889
República Rio-GrandenseProclamada pelos farrapos em Piratini em setembro de 1836 (a rebelião em si havia começado em 20 de setembro de 1835); derrotada pelas forças imperiais em 1845
Bandeira hasteada pela 1ª vez6 de novembro de 1836, em Piratini, formalmente adotada pela República Rio-Grandense em 12 de novembro de 1836; desenho tradicionalmente atribuído ao revolucionário italiano Tito Livio Zambeccari, embora Bernardo Pires e José Mariano de Mattos também sejam citados em relatos diferentes
Bandeira como símbolo estadualRevivida informalmente após a Proclamação da República (1889); o brasão foi acrescentado ao centro por volta de 1891; banida sob o Estado Novo (1937–1946); restaurada após 1946; especificação atual fixada pela Lei Estadual n.º 5.213, de 5 de janeiro de 1966
Brasão de armasDá continuidade ao brasão associado à República Rio-Grandense de 1836; tradicionalmente atribuído ao Padre Hidelbrando (desenho) e ao major Bernardo Pires (execução final); descrição oficial atual fixada pela mesma Lei Estadual n.º 5.213, de 5 de janeiro de 1966
Cores da bandeiraVerde, vermelho, amarelo, mais o branco (elipse central) e as próprias cores do brasão — ouro, prata, azul e preto
LemaLiberdade, Igualdade, Humanidade
Inscrição no brasãoREPÚBLICA RIO-GRANDENSE e 20 DE SETEMBRO DE 1835 (dia em que a Revolução Farroupilha eclodiu)
Brasão de armas do Rio Grande do Sul — escudo oval com espada, barrete frígio, colunas jônicas e a inscrição República Rio-Grandense

Brasão de Armas do Rio Grande do Sul — Escudo oval farrapo com barrete frígio, espada e a inscrição de 1835, inalterado desde a República Rio-Grandense

Brasão de Armas do Rio Grande do Sul

Descrição heráldica

O brasão do Rio Grande do Sul adota a forma de um escudo oval de prata. Ao centro, situa-se um quadrilátero trazendo uma espada de ouro na vertical, cuja ponta sustenta um barrete frígio vermelho; raminhos de fumo e erva-mate, em suas cores naturais, cruzam-se no punho da espada. Esse conjunto central está por sua vez inscrito num losango verde carregado de duas estrelas de ouro de cinco pontas, uma no ângulo superior e outra no inferior.

O escudo repousa sobre um campo ondulado verde e é ladeado por duas colunas jônicas de ouro, cada uma encimada por uma bala de canhão preta. Uma bordadura azul, debruada de preto, circunda todo o escudo e traz, em letras de ouro separadas por duas estrelas de ouro de cinco pontas, a inscrição REPÚBLICA RIO-GRANDENSE e a data 20 DE SETEMBRO DE 1835.

Todo o escudo assenta sobre quatro bandeiras tricolores (verde, vermelho e amarelo) cruzadas aos pares, com as hastes rematadas por uma flor-de-lis de ouro invertida; as duas bandeiras mais externas trazem uma faixa vermelha e dourada presa perto da ponta da flor-de-lis. Emergem também de trás do escudo uma lança de cavalaria vermelha com ponta em flor-de-lis de ouro invertida, quatro fuzis com baioneta em ouro, e, na base, dois canhões cruzados em preto, semiocultos pelas bandeiras. Uma fita sob toda a composição traz o lema LIBERDADE IGUALDADE HUMANIDADE (“Liberdade, Igualdade, Humanidade”).

Nota sobre precisão: a descrição em português anteriormente publicada nesta própria página descrevia o campo central do escudo como uma “paisagem naturalista dos pampas” com um “sol nascente”, e os ramos vegetais ao redor do escudo como “charque, trigo, arroz e pecuária”. Nenhuma dessas descrições corresponde ao blasonamento oficial encontrado em fontes independentes (Wikipédia em português, uma página de heráldica da AMLERS, e o próprio manual de identidade visual do estado), que descrevem, em vez disso, colunas jônicas, balas de canhão, raminhos de fumo e erva-mate, fuzis/lança/canhões cruzados e quatro bandeiras tricolores — sem sol nascente, sem paisagem genérica dos pampas, sem menção a charque, trigo ou arroz. Esse texto anterior foi substituído aqui pelo blasonamento documentado acima.

Elementos e simbologia

  • Escudo oval — forma incomum entre os brasões estaduais brasileiros, herdada sem alteração do emblema da República Rio-Grandense.
  • Barrete frígio sobre a espada — o clássico gorro republicano de liberdade da Revolução Francesa, sinalizando os ideais republicanos e antimonárquicos dos farrapos em sua revolta contra o Império do Brasil.
  • Raminhos de fumo e erva-mate — produtos regionais do campo na época farroupilha, cruzando-se no punho da espada ao lado do barrete.
  • Colunas jônicas e balas de canhão — lidas por alguns comentaristas, inclusive historiadores maçônicos, como um motivo arquitetônico e marcial, e não especificamente maçônico; as fontes não concordam sobre uma única simbologia oficial.
  • Bordadura azul com REPÚBLICA RIO-GRANDENSE e 20 DE SETEMBRO DE 1835 — nomeia a república de vida curta proclamada pelos farrapos e fixa a data em que a Revolução Farroupilha eclodiu, e não a data posterior em que a própria República Rio-Grandense foi proclamada (setembro de 1836).
  • Quatro bandeiras tricolores cruzadas, lança, fuzis e canhão — imagens marciais da cavalaria e infantaria farrapas que travaram a guerra de uma década.
  • Lema Liberdade, Igualdade, Humanidade — adaptação da tríade revolucionária francesa Liberté, Égalité, Fraternité, substituindo “Fraternidade” por “Humanidade”; a tradição estadual credita essa substituição ao governador Júlio de Castilhos, admirador do Positivismo de Auguste Comte, em que “Humanidade” tinha um significado filosófico específico.

Contexto histórico

A Revolução Farroupilha (Guerra dos Farrapos) eclodiu em 20 de setembro de 1835, quando rebeldes tomaram Porto Alegre e depuseram o presidente provincial. A rebelião não era, a princípio, uma tentativa de independência plena; somente após novos sucessos militares parte da liderança farrapa, reunida em torno do general Antônio de Sousa Neto, proclamou a República Rio-Grandense, com sede na pequena cidade de Piratini, em setembro de 1836. O brasão hoje em uso é tradicionalmente dito datar desse período, com o desenho atribuído ao Padre Hidelbrando e sua execução final ao major Bernardo Pires — embora, como grande parte da iconografia da época farroupilha, a documentação contemporânea seja escassa e algumas atribuições repousem mais na tradição posterior do que em fontes primárias sobreviventes.

A guerra terminou em 1845 com uma paz negociada (o Acordo de Ponche Verde) que devolveu a província ao Império sem as represálias duras que os farrapos temiam. Seu emblema republicano, no entanto, permaneceu na memória regional e foi revivido, sem um único ato legal claro, quando o próprio Brasil se tornou uma república em 1889. Como os brasões da maioria dos estados brasileiros, o uso oficial foi suprimido durante o centralizador Estado Novo (1937–1946) sob o presidente Getúlio Vargas, e depois restaurado quando a Constituição federal de 1946 devolveu aos estados sua autoridade sobre os próprios símbolos. O brasão alcançou sua forma atual, precisamente codificada, junto com a bandeira estadual pela Lei Estadual n.º 5.213, de 5 de janeiro de 1966, que — em vez de modernizar o desenho — reinstituiu formalmente o brasão histórico farrapo praticamente como se apresentava no século XIX.

A partir da segunda metade do século XIX, ondas de imigração italiana e alemã transformaram a região da Serra Gaúcha, dando origem à viticul­tura e às colônias que hoje formam cidades como Caxias do Sul, Bento Gonçalves e São Leopoldo.

Bandeira do Rio Grande do Sul — triângulo verde no batente superior e triângulo amarelo no batente inferior, com um quadrilátero vermelho subindo na diagonal e uma elipse branca central trazendo o brasão

Bandeira do Rio Grande do Sul — Triângulos verde e amarelo separados por uma faixa vermelha diagonal, com o brasão ao centro — não faixas horizontais

Bandeira do Rio Grande do Sul

Origem e adoção

A bandeira do Rio Grande do Sul descende diretamente da bandeira da República Rio-Grandense. Segundo relatos da época farroupilha, foi hasteada pela primeira vez em Piratini em 6 de novembro de 1836 e formalmente adotada por decreto seis dias depois, em 12 de novembro de 1836. A autoria é disputada: o revolucionário e pintor italiano Tito Livio Zambeccari, que lutou ao lado dos farrapos, é um dos designers tradicionalmente creditados, enquanto outros relatos citam Bernardo Pires ou José Mariano de Mattos; uma proposta do padre farrapo Francisco das Chagas para um tricolor com imagens de gado teria sido considerada e rejeitada em favor do desenho geométrico mais simples.

Após a derrota da República Rio-Grandense em 1845, a bandeira deixou de ser símbolo oficial, mas não foi esquecida. Reaparece em uso regional após a Proclamação da República em 1889, e o brasão estadual foi acrescentado ao seu centro por volta de 1891, ano da primeira constituição republicana do estado. Como o brasão, a bandeira foi banida como símbolo oficial durante o Estado Novo (1937–1946) e restaurada quando a Constituição federal de 1946 devolveu aos estados a autonomia sobre seus símbolos. Seu desenho atual, precisamente especificado — proporções, ângulos e a posição exata da elipse central — só foi fixado décadas depois pela Lei Estadual n.º 5.213, de 5 de janeiro de 1966, a mesma lei que regularizou o brasão e institui o hino estadual.

Desenho e cores

A bandeira é um retângulo em proporção 7:10, igual à da bandeira nacional do Brasil; a Lei Estadual 5.213 especifica uma malha modular de 200 módulos de comprimento por 140 de largura. É composta por três painéis — verde, vermelho e amarelo — dispostos não como faixas horizontais, mas como um desenho diagonal: um triângulo verde ocupa o batente superior, com o ângulo reto no canto superior esquerdo da bandeira, e um triângulo amarelo ocupa o batente inferior, com o ângulo reto no canto inferior direito; entre eles, um quadrilátero vermelho sobe na diagonal, ligando os dois triângulos. No centro da bandeira situa-se uma elipse branca vertical, medindo 70 por 60 módulos segundo a lei de 1966, dentro da qual é colocado o brasão de armas estadual. A lei especifica ainda que as duas faces da bandeira devem ser idênticas, confeccionadas num único tecido, e não com um lado costurado a partir do avesso do outro.

Não há um significado único consensual para as três cores, e as próprias fontes estaduais reconhecem essa falta de consenso. Entre as leituras registradas: que o verde e o amarelo ecoam as próprias cores nacionais do Brasil, divididas pelo vermelho da guerra travada contra o Império; que o verde representa os pampas e as matas, o vermelho a coragem revolucionária e o sangue do conflito, e o amarelo a riqueza do território; e uma interpretação do século XIX, atribuída a um observador da época, segundo a qual o verde significava a esperança de manter a independência, o amarelo firmeza e determinação, e o vermelho servia de aviso de que os farrapos atirariam em quem tentasse detê-los.

Uso contemporâneo

A bandeira é hasteada nos edifícios públicos do estado ao lado da bandeira nacional e é central na maior festa cívica do Rio Grande do Sul, a Semana Farroupilha, realizada em torno de 20 de setembro para marcar o aniversário da revolta de 1835. Durante a Semana Farroupilha, os gaúchos em todo o estado vestem o traje típico (pilcha), acendem fogos de chão ao ar livre e se reúnem nos Centros de Tradições Gaúchas (CTGs) que promovem a cultura regional gaúcha em todo o Rio Grande do Sul e em comunidades gaúchas de outras partes do Brasil. A geometria diagonal da bandeira — bem diferente das faixas horizontais ou verticais usadas pela maioria das bandeiras estaduais brasileiras — torna-a uma das bandeiras estaduais mais visualmente distintivas do país.

Perguntas Frequentes

A bandeira do Rio Grande do Sul é formada por três faixas horizontais?

Não. Embora seja informalmente chamada de tricolor, a bandeira não é dividida em faixas horizontais. É formada por um triângulo verde no batente superior e um triângulo amarelo no batente inferior, com um quadrilátero vermelho subindo na diagonal entre eles, e uma elipse branca vertical ao centro trazendo o brasão de armas estadual. Essa geometria diagonal, fixada pela Lei Estadual n.º 5.213, de 5 de janeiro de 1966, é um dos desenhos mais distintivos entre as 27 bandeiras estaduais do Brasil.

Qual a relação entre a bandeira e a República Rio-Grandense?

A bandeira descende diretamente da bandeira da República Rio-Grandense (também chamada República de Piratini), o estado separatista proclamado pelos farrapos em setembro de 1836, durante a Guerra dos Farrapos. Essa bandeira, hasteada pela primeira vez em Piratini em 6 de novembro de 1836 e formalmente adotada em 12 de novembro de 1836, já usava a mesma paleta verde-vermelho-amarela, tradicionalmente atribuída ao revolucionário italiano Tito Livio Zambeccari, embora outros relatos citem Bernardo Pires ou José Mariano de Mattos. Após o fim da guerra em 1845, o desenho caiu em desuso, foi revivido informalmente no período republicano a partir de 1889, ganhou o brasão ao centro por volta de 1891, e foi banido por completo sob o Estado Novo (1937–1946) antes de ser restaurado e finalmente regularizado pela Lei Estadual 5.213 em 1966.

O que significam as cores da bandeira do Rio Grande do Sul?

Não há um significado único consensual. As próprias fontes estaduais reconhecem a falta de consenso: uma leitura de longa data sustenta que o verde e o amarelo ecoam as cores nacionais do Brasil, separadas pelo vermelho da guerra travada pela independência em relação ao Império; outra lê o verde como os pampas e as matas, o vermelho como a coragem revolucionária e o sangue do conflito, e o amarelo como a riqueza do território; um relato do século XIX, atribuído a um observador da época, descrevia o verde como a esperança de manter a independência, o amarelo como firmeza e determinação, e o vermelho como um aviso de que os farrapos atirariam em quem tentasse detê-los.

O que faz o barrete frígio no brasão do Rio Grande do Sul?

O barrete frígio vermelho, montado na ponta de uma espada de ouro ao centro do escudo, é o clássico gorro republicano de liberdade herdado da Revolução Francesa (via a queda da Bastilha e a figura de Marianne). Sua presença no brasão da República Rio-Grandense, proclamada em 1836, sinalizava os ideais republicanos e antimonárquicos dos farrapos em sua revolta contra o Império do Brasil, e permanece inalterado no brasão estadual moderno fixado pela Lei Estadual n.º 5.213 de 1966.

Por que o brasão traz a inscrição República Rio-Grandense, e não Rio Grande do Sul?

O brasão estadual moderno preserva deliberadamente, praticamente sem alteração, o brasão associado à República Rio-Grandense, o estado separatista de vida curta proclamado em Piratini em setembro de 1836 durante a Guerra dos Farrapos e derrotado em 1845. Em vez de substituir essa inscrição revolucionária pelo nome do estado atual, a Lei Estadual n.º 5.213 de 1966 reinstituiu formalmente o desenho histórico como estava, junto com sua inscrição de bordadura com a data 20 DE SETEMBRO DE 1835, marcando o início da guerra, como uma homenagem cívica permanente à Revolução Farroupilha.

Fontes e Leitura Complementar

  • Lei Estadual n.º 5.213, de 5 de janeiro de 1966, Rio Grande do Sul, “Dispõe sôbre a forma e a apresentação dos símbolos do Estado do Rio Grande do Sul e dá outras providências” (texto integral consultado via Wikisource) — especificação oficial da bandeira (Artigos 4 e 6) e do brasão (Artigo 8)
  • Portal do Estado do Rio Grande do Sul, Símbolos (estado.rs.gov.br/simbolos) — página oficial do governo sobre a bandeira, o brasão, o lema e o hino, incluindo a referência à constituição estadual de 1891 e a suspensão e restauração de 1937–1966
  • Wikipédia, Bandeira do Rio Grande do Sul — consultada para o desenho, os debates sobre a simbologia das cores, e a controvérsia de autoria (Zambeccari / Bernardo Pires / José Mariano de Mattos)
  • Wikipédia, Brasão do Rio Grande do Sul — consultada para o blasonamento completo do brasão e sua atribuição ao Padre Hidelbrando e ao major Bernardo Pires
  • Wikipedia (en), Flag of Rio Grande do Sul — consultada para a descrição do desenho em inglês, a cronologia de adoção de 1836/1889/1891/1937/1966, e interpretações da simbologia de cores
  • Flags of the World / CRW Flags (fotw.info/flags/br_rgr.html), Rio Grande Republic, 1836-1846 (Brazil) — consultado para o desenho histórico da bandeira de 1836, as datas de 6 e 12 de novembro de 1836, e a interpretação de cores contemporânea
  • Flags of the World / CRW Flags (crwflags.com/fotw/flags/br-rs.html), Rio Grande do Sul (Brazil) — consultado para a descrição do desenho moderno e as disposições da Lei 5.213
  • Wikipédia, Guerra dos Farrapos — consultada para a eclosão da revolução em 20 de setembro de 1835 e a proclamação da República Rio-Grandense em Piratini em setembro de 1836
  • Wikipédia, Capitania de São Pedro do Rio Grande do Sul e Capitania do Rio Grande de São Pedro — consultadas para o histórico administrativo do território antes de 1889
  • Pesavento, Sandra Jatahy. A Revolução Farroupilha. São Paulo: Brasiliense, 1985
  • Flores, Moacyr. República Rio-Grandense: realidade e utopia. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2002

Última revisão pela equipe editorial do Emblema Mundi em 5 de julho de 2026.

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