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Estado
O Amazonas — maior estado do Brasil em área (1 559 168 km²), coração da floresta amazônica e berço do lendário Encontro das Águas — ostenta um brasão de armas centrado num escudo oval com o sol, a águia amazônica, uma estrela e o barrete frígio republicano. A bandeira, que remonta a 1897 e teve seu desenho fixado em 1982, exibe três faixas horizontais brancas e vermelhas com um canto azul no alto à esquerda contendo 25 estrelas prateadas, representando os municípios originais da antiga Província, mais uma estrela maior para a capital Manaus.
| Estado | Amazonas (AM) — Região Norte |
|---|---|
| Capital | Manaus |
| Brasão adotado | 1897 (Decreto 204); reregulamentado em 1987 (Decreto 10.534) |
| Bandeira adotada | Origem em 1897; desenho fixado pela Lei 1.513/1982 |
| Lema | — |
| Região | Norte |
O brasão apresenta um escudo oval com uma elipse central representando o Encontro das Águas — a confluência dos rios Negro e Solimões. Sobre o campo azul do céu destacam-se o sol e a águia amazônica de asas abertas, além de uma estrela; no ponto de encontro dos rios figura um barrete frígio vermelho, símbolo da lealdade do Amazonas à República. O campo verde, representando as florestas, traz duas setas e duas penas entrelaçadas e cruzadas. O conjunto é ladeado por emblemas de indústria, comércio e agricultura, e remete às datas de 22 de junho de 1832 (independência armada do Amazonas) e 21 de novembro de 1889 (adesão à República).
A Província do Amazonas foi criada em 1850, desmembrada do Grão-Pará. Com a Proclamação da República (1889), tornou-se estado. O brasão foi instituído pelo Decreto nº 204, de 21 de novembro de 1897, sob o governador José Cardoso Ramalho Júnior, e reregulamentado pelo Decreto nº 10.534, de 1987. O ciclo da borracha (1870–1912) transformou Manaus numa das cidades mais ricas do Brasil — o Teatro Amazonas, inaugurado em 1896, é o símbolo máximo desse período. A criação da Zona Franca de Manaus em 1967 relançou a economia do estado como polo industrial.
Bandeira do Amazonas — Origem em 1897, desenho fixado em 1982
A bandeira do Amazonas remonta a 1897, ano em que forças militares do estado embarcaram para combater na Guerra de Canudos, poucos anos após a proclamação da República. O desenho atualmente em uso foi fixado pela Lei estadual nº 1.513, de 14 de janeiro de 1982. Não há um designer único confirmado por fontes confiáveis para o desenho original.
O pano é formado por três faixas horizontais de larguras iguais, nas cores branca, vermelha e branca. No canto superior esquerdo, sobre a faixa branca, há um retângulo azul contendo 25 estrelas prateadas de cinco pontas, dispostas em quatro fileiras (8, 4, 4 e 8 estrelas). Uma dessas estrelas é maior que as demais e representa a capital, Manaus; as outras 24 representam os municípios que formavam o Amazonas em 4 de agosto de 1897.
A bandeira é hasteada em edifícios públicos, escolas e cerimonias cívicas em todo o estado. A combinação de branco, vermelho e azul tornou-se ícone da identidade amazonense, presente em documentos oficiais, produtos regionais e eventos culturais como o Festival de Parintins.
O brasão possui um escudo oval com o Encontro das Águas, o sol, a águia amazônica, uma estrela e o barrete frígio, além de setas e penas entrelaçadas sobre campo verde, simbolizando a força, a história e a natureza do estado.
A bandeira remonta a 1897, ano da participação de forças amazonenses na Guerra de Canudos, e teve seu desenho atual fixado pela Lei estadual 1.513, de 14 de janeiro de 1982.
As 25 estrelas prateadas no canto azul representam os 25 municípios que formavam o estado em 4 de agosto de 1897. Uma delas, maior que as demais, representa a capital, Manaus.
É a confluência dos rios Negro e Solimões, que correm lado a lado sem se misturar por vários quilômetros antes de formar o rio Amazonas. Esse fenômeno natural é um dos ícones do estado.
A capital é Manaus, fundada em 1669 como forte de São José da Barra do Rio Negro. A cidade viveu seu apogeu durante o ciclo da borracha e hoje abriga a Zona Franca de Manaus, polo industrial da Região Norte.
Última revisão pela equipe editorial do Emblema Mundi em 4 de julho de 2026.