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Estado
O Acre — antigo território boliviano anexado ao Brasil após a Revolução Acreana (1902–1903) e elevado a estado em 1962 — ostenta um brasão de armas centrado num escudo oval encimado por um barrete frígio, símbolo republicano de liberdade. A bandeira, com faixas diagonais verde e amarela cortadas por uma estrela vermelha, remonta aos combates liderados por Plácido de Castro e foi oficializada em 1921. A divisa “Nec Luceo Pluribus Impar” — “Não inferior a muitas estrelas” — evoca a soberania do território amazônico.
| Estado | Acre (AC) — Região Norte |
|---|---|
| Capital | Rio Branco |
| Brasão adotado | 1922 (Resolução nº 45, governador Epaminondas Jácome), forma atual ajustada no início dos anos 1990 e regulamentada pela Lei nº 1.173/1995 |
| Bandeira adotada | 1921 |
| Divisa | Nec Luceo Pluribus Impar — “Não inferior a muitas estrelas” |
| População | ≈ 900 mil habitantes |
| Bioma predominante | Amazônia |
Brasão de Armas do Acre — Oficializado em 1921
O brasão apresenta um escudo oval (dito “escudo dama”) encimado por um barrete frígio vermelho, símbolo clássico de liberdade republicana. O escudo é ladeado por quatro troféus da bandeira acreana e sustentado por ramos de café e tabaco entrecruzados por duas espadas. Abaixo, um listel branco traz as datas da Revolução Acreana e da elevação a estado, pousado sobre uma âncora.
O brasão foi criado após a Revolução Acreana, quando seringueiros brasileiros liderados por Plácido de Castro tomaram o território à Bolívia. O Tratado de Petrópolis (1903) formalizou a anexação. O Acre permaneceu território federal até 15 de junho de 1962, quando foi elevado a estado. O brasão registra essas três datas fundamentais no listel.
Bandeira do Acre — Oficializada em 1921
A bandeira acreana nasceu como estandarte revolucionário durante a Revolução Acreana (1902–1903). Foi oficializada por decreto em 1921, tornando-se um dos mais antigos pavilhões estaduais do Brasil.
O pano é dividido em duas faixas diagonais — verde (representando as florestas amazônicas) e amarela (riqueza mineral e natural). Uma estrela vermelha de cinco pontas ocupa o centro, simbolizando o sangue derramado pelos revolucionários.
A bandeira é hasteada em edifícios públicos, escolas e cerimonias cívicas. A estrela vermelha tornou-se ícone da identidade cultural acreana, presente em documentos oficiais e produções artísticas locais.
O brasão possui um escudo oval encimado por barrete frígio, contendo estrela vermelha, leopardo, seringueira e rio Acre. Simboliza a liberdade conquistada na Revolução Acreana.
A bandeira foi criada durante a Revolução Acreana (1902–1903) e oficializada em 1921.
O verde representa as matas amazônicas, o amarelo simboliza a riqueza natural e a estrela vermelha evoca o sangue dos revolucionários.
Significa “Não inferior a muitas estrelas”, adaptada da divisa de Luís XIV pelo governador Epaminondas Jácome.
A capital é Rio Branco, fundada em 1882 às margens do rio Acre.
Última revisão pela equipe editorial do Emblema Mundi em 4 de julho de 2026.